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Um desabafo sobre Tate, Deanmon e Void Stiles

Dia desses, peguei-me tendo uma conversar pra lá de estranha com um amigo.
- "Mas ele é maluco!!!"
- "Ai, mas mesmo assim... (risos nervosos, porém sinceros)"

Obviamente, não estávamos discutindo sobre um caso real, que, sem dúvida, nos causaria nojo. Estávamos falando sobre um personagem de um seriado fictício, em que tudo pode acontecer. Claro que as pessoas ao redor não sabiam disso. O que tornou a situação bastante dasagradável. O nome do infeliz? Tate Langdon.
Ele não existe, é verdade. Mas o amor platônico que nutro por ele é bastante real. O caso é que eu, teoricamente, em sã consciência e bom senso, não deveria gostar dele. Desculpe-me pelos spoilers, mas eles são necessários: Tate é um personagem da primeira temporada de American Horror Story. Ele, antes de morrer, invadiu o colégio em que estudava com uma arma e matou um grupo de estudantes. Ele também colocou fogo no namorado da mãe. Ah! E, é claro, estuprou a mãe da garota que ele dizia estar apaixonado. "Que catso de amor mais doentio é esse?", você deve estar se perguntando. E você tem razão. Tate é um psicopata e psicopatas não sentem remorso. Mas é inevitável não torcer para que ele se dê bem no final da temporada, apesar de todo o mal que ele tenha causado em vida (e em morte). Sem contar que ele é um espírito. Logo, não deveríamos nos apaixonar por espíritos, principalmente os malignos. O que deveríamos fazer? Chamar os irmãos Winchester e se livrar deles. Mas o Tate... Ah, ele fez eu questionar minha sanidade mental.

Esse mais recente amor platônico fez eu perceber que essa minha doentia quedinha por versões bad ass de personagens de seriados é antiga. Quando, no final da nona temporada de Supernatural, Dean Winchester foi possuído por um demônio e carinhosamente apelidado de Deanmon, concluí que ele tinha ficado ainda mais atraente com aqueles olhinhos pretos.E na temporada seguinte eu, obviamente, torci mais para Crowley do que para Sam e Cass. Caso você não acompanhe o seriado e tenha ficado confuso, explico: eu torci para o lado negro da força. Eu queria ver o Dean fazendo maldades, sendo cuzão e tocando o terror. WHY, GOD? WHY? Me questiono até hoje.
Por último, mas não menos importante, minha terceira paixão bad ass platônica: Dark Stiles. Na segunda parte da terceira temporada de Teen Wolf, descobri que Dylan O'Brien é mesmo incrível Stiles Stilinski consegue ficar ainda melhor ao dar aquelas risadinhas irônicas. Eu odeio o fato de ele ter sido invadido por um nogitsune, porque ele é um dos personagem mais queridos do seriado e, definitivamente, não merecia aquilo. Todavia, eu adoro quando ele se rebela, toca o terror. É um dilema parecido com aquelas dores gostosas de sentir, como quando você abusa dos abdominais e acorda com um desconforto muscular no dia seguinte. É ruim, mas é bom.

Este post foi um total e completo desabafo. Não tem nenhuma metáfora escondida nas entrelinhas. Nenhuma mensagem subliminar. Também não acho que revele algum traço falho do meu psicológico ou explique o porquê de eu sempre me apaixonar por caras errados na vida (Tate não pode nem ser classificado como errado. O cara é doentio!). Mas uma das coisas mais legais da ficção é que tudo é possível, até mesmo nutrir paixões por mortos e demônios. Céus, como isso soou estranho! (risos) Me diga que você aí também curte algum desses "vilões", porque, caso contrário, me sentirei a pessoa mais atormentada do mundo!

Beijos de luz

2 comentários:

  1. Achei que fosse a única que tinha gostado muito do Dark Stiles UASHDUHASUHD e Tate....... Como não se apaixonar pelo Tate, mesmo ele sendo um psicopata? NÃO SEI, quando souber me avisa por favor UHASDUHASH

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  2. Tbm nutro uma paixão pelo Tate

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