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Pra você, amigo!

"Se eu pudesse, escolheria uma amiga que morasse perto de mim. Escolheria alguém que não surtasse cada vez que come vidro. Escolheria alguém que pensasse mais rápido, que entendesse a idade que tem. Será mesmo que eu escolheria? É, talvez não. Talvez eu realmente quisesse uma amiga meio doida, totalmente lerda, uma parte confusa, outra enrolada, que vive achando que está velha, desacreditando no amor, que é carente e chora até se uma almofada cai no chão."
E foi assim que a Manu me descreveu em uma mensagem por inbox. Aliás, foi por inbox que começamos a nos falar. Ela? Leitora da CAPRICHO. Eu? Estagiária de comportamento da revista que ela lia. Fomos trocando mensagens até que, um dia, ela me enviou o print da minha casa, que havia encontrado sozinha no Google Street View. (Calma, amigos, está tudo bem! Hahaha) Até hoje eu me pergunto como ela fez isso?! Daí vieram os presentes, as cartas, as fan fics e, quando dei por mim, já estava contando para a Manu todas as minhas desilusões amorosas, minhas nóias e manias, meus sonhos. Talvez seja por isso que, hoje, ela me descreva melhor do que eu mesma me descreveria.

Foi de uma forma bastante parecida que eu conheci a Gabi. Ela chegou na redação da CAPRICHO com aquele cabelão até a cintura e eu morri de vontade de dizer; "miga, vem cá, deixa eu te fazer uma trança!". Hoje, provavelmente, eu já tenha intimidade o bastante para dizer isso. A Gabi e a Manu costumam dizer que eu fui o cupido dessa amizade, que eu meio que dei a elas um presente. Mas elas estão enganadas! O maior presente quem ganhou fui eu.

A Carol eu conheci de uma maneira ainda mais inusitada: na fila para uma sessão de autógrafos com a Demi Lovato. Faz tempo... Os Jonas Brothers ainda existiam! (risos) Não sei como, mas o destino nos uniu novamente. Beatles, Supla, Cássia Eller e uma infinidade de coincidências musicais que de tão doidas parecem mentira! E pensar que tudo que começou em uma fila e com um DVD Here We Go Again.

A Thaís me foi apresentada em um Fashion Week. Eu tinha 17 anos, estava fazendo cursinho para prestar enfermagem. Ela entrou no carro com uma base na mão e começou a se maquiar lá mesmo. Horas depois, ela me disse, com a maior naturalidade do mundo, como se já nos conhecêssemos há anos, que eu deveria parar de bobeira e fazer jornalismo. Esse foi o primeiro sábio conselho que ela me deu. Depois, ela virou minha chefe, minha segunda mãe, minha amiga. E nunca mais parou de me aconselhar, mesmo à distância.

A Tânia eu conheci em um bar de São Paulo chamado Café Piu-Piu. Eu estava prestes a completar 18 anos e pedi para o meu pai ir comigo comemorar meu aniversário ao som de Beatles. Fui barrada na recepção, mesmo estando acompanhada do meu responsável legal. De repente, surgiu uma voz. Era a irmã advogada da melhor amiga da Tânia, que tomou minhas dores e usou a Lei a meu favor. (risos) E foi assim que tudo começou... "AGORA?" Não, há quatro anos. ~desculpa, piada interna~

E você aí. Você mesmo! Não se sinta esquecido caso se considere meu amigo e não tenha sido citado neste texto, principalmente se tivermos nos conhecido de uma maneira nada convencional (fora da escola, do trabalho, do curso de inglês). Para citar cada um de vocês, precisaria escrever um livro à la Game of Thrones. Ei, só me refiro ao tamanho, ok? (risos) Mas essa é a graça da vida: dividir cada um dos agoniantes momentos dessa caminhada com pessoas que tornem o caminho menos agoniante. E para todos os meus amigos... Eu sei que, muitas vezes, me distancio e piro. Na maioria das vezes, é tudo culpa dessa minha cabeça louca, que insiste em me trollar. Mas é exatamente nessa mesma hora que eu esbarro com algum de vocês, que, independentemente do momento, estão sempre lá para me ajudar, mesmo eu não merecendo. Obrigada, de verdade! Você sabe, mesmo que lá bem no fundo (ei, não desiste de mim ainda, não!), que este texto é para você, AMIGO(A)! <3

2 comentários:

  1. É com esse texto maravilhoso que eu começo essa segunda feira (que deveria ser sem graça).
    Vamos combinar assim: todas saímos ganhando (você mais, porque eu sou uma amiga maravilhosa hahahahahah). Tamo junto, loira. Te amo <3

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  2. A minha segunda feira não começou nada bem sabe e no decorrer do dia as coisas só ficaram pior, cheguei em casa super desanimada. Aíentrei na internet, entrei aqui e li esse texto transbordando carinho e amor por pessoas que talvez você nunca tenha visto pessoalmente. Isso que é o mais incrível da vida espalhar amor sem olhar a que.
    Sim, eu sinto que somos amigas e agradeço pelo texto lindo, pelo carinho de sempre e pela inspiração que você é. Super beijo Isa <3

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