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Minha relíquia: quatro anos (e contando!) desde a estreia do último filme de Harry Potter

Hoje, entrei no Twitter e a tag #4YearsSinceHP7 me deixou chorosa. Cada dia 15 de julho desde aquele fatídico 2011 é comemorado por mim, seja com um post no Facebook, um comentário de 140 caracteres no Twitter ou um texto de 2.454 toques no site. E olha que legal: este é o primeiro ano relembrando a estreia do último filme da franquia Harry Potter com um espacinho só meu na internet. Quer dizer, meu e seu. Nosso! <3
É clichê, eu sei, mas me lembro como se fosse ontem da experiência que foi colocar minha camiseta de Hogwarts, sair de casa, chegar ao cinema e ficar na fila pronta para conferir a estreia de mais um longa da saga. O último, no caso. Foi estranho ter a certeza de que eu estaria fazendo aquilo pela última vez.

Fui assistir a Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2 com um amigo. Sou muito chorona e, exatamente por isso, levei uma caixinha de lenços de papel na bolsa. Dadas as circunstâncias, eu precisaria muito deles. Certo? Errado. Não derrubei uma lagrimazinha sequer ao longo do filme. Nem quando o Rony e a Hermione finalmente se beijaram. Nem quando Harry saltou do colo do Hagrid durante a batalha final. Nem quando Fred morreu. Nem quando Harry e Voldemort se enfrentaram pela última vez. Nem quando se passaram 19 anos...



Até hoje eu não tenho uma explicação para isso. Talvez eu tenha ficado tão apreensiva com a ideia de um final que não consegui relaxar totalmente durante o filme e me entregar à história, mesmo já tendo lido e relido o último livro.

E daí, depois de dez anos acompanhando a saga, comprando todos os livros, assistindo a todos os filmes, colecionando revistas, cadernos, álbuns de figurinhas, comprando objetos decorativos para o quarto, colando pôsteres na parede, mandando cartinhas para o Daniel Radcliffe... Puf. A última cena do último filme terminou e os letreiros anunciaram o inevitável. E aí eu chorei. Chorei muito. Borrei todo o meu rímel sem medo de ser feliz! Ou triste, no caso. Ou emocionada. Ou grata. Ou tudo isso junto. Me acabei vendo os nomes de cada ator, de cada um que fez parte das filmagens, de cada música, de cada assistente de produção, de cada pessoa que brotava naquela tela preta, enquanto a tão conhecida trilha-sonora tocava. Foi até meio ridículo, porque quando todos começaram a se levantar e sair da sala, eu comecei a chorar como se os anos tivessem voltado e o pequeno Harry tivesse acabado de anunciar que não estava indo para casa, "não mesmo".
Talvez, lá no fundo, eu estivesse torcendo para isso.



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