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Vou realizar um sonho + 5 músicas do Paul McCartney para ouvir em Londres

Então, é isso. Falta exatamente uma semana para a viagem da minha vida. Eu vou para Londres!!! No dia 5 de novembro, embarco em uma aventura surreal. Pela primeira vez, depois de tantos anos sonhando, desembarco na Inglaterra para passar um mês por lá. Durante as duas primeiras semanas, farei um passeio totalmente potterhead, junto com mais alguns fãs. Vamos conhecer as locações dos filmes, visitar os estúdios de Harry Potter, em Leavesden, assistir à pré-estreia de Animais Fantásticos e Onde Habitam e curtir de pertinho a prèmiere do longa em Londres, com a presença dos atores e da rainha-diva-suprema J.K. Rowling. Dá para acreditar?! Não dá, porque nem eu ainda consigo.

É cada coisa que a gente faz quando é mais nova, né? Hahaha
É muito louco pensar que estou prestes a realizar um dos maiores sonhos da minha vida. Ao longo da minha infância e adolescência, lembro que, todo ano, desde os meus onze anos de idade, comprava os DVDs de Harry Potter na pré-venda, porque eles sempre vinham com algum mimo. No quinto, A Ordem da Fênix, o kit vinha com um caderno personalizado todo. Lembro que comecei a fazer colagens nele, desenhos, a escrever textos... Lembro também que escrevi a palavra "Londres" em três folhas, sem intervalos, sem pausas, uma coisa meio castigo da Umbridge. Mas, sem ser castigo. Eu sempre acreditei que as palavras e os pensamentos positivos têm poder. Se a gente acreditar bem forte, nossos desejos se tornam realidade. Pode demorar, mas acontece. Foi o que aconteceu comigo.

Cá estou eu, quase dez anos depois de escrever incansavelmente a palavra "Londres" no meu caderninho potterhead, prestes a embarcar para a cidade que sempre sonhei conhecer, É tão louco que, por incrível que pareça, eu não estou ansiosa. Não a ponto de ficar contando os dias. É muito, muito estranho, eu sei. Mas é como se eu ainda não acreditasse...


Eu também estou com medo. Muito medo. São anos e anos sonhando com Londres, querendo conhecer cada cantinho da cidade, seus pubs, seus teatros, suas esquinas. E agora, puf! Estou prestes a realizar um dos meus maiores sonhos. É justamente por isso que estou com medo. Estou com medo de, sei lá, não gostar da Inglaterra. De me decepcionar. Meus amigos que já tiveram a chance de ir para lá dizem que é impossível. Mas e se acontecer? E se eu tiver dedicado tantos anos da minha vida a um sonho que eu não vou curtir tanto assim? Acho que só estou assustada... 

Também estou assustada com o fato de que, pela primeira vez, viajarei sozinha. É que depois dessas duas semanas, ficarei o resto dos dias all by myself em terras desconhecidas (ou não tão conhecidas assim). Sem minha mãe, sem meu pai, sem meus amigos... Forever alone! E o medo de não conseguir me virar? De não conseguir me comunicar? De não saber me locomover sozinha por lugares nunca antes visitados? De voltar sozinha de avião? Estou amedrontada, mas também estou bastante curiosa, confesso. 

Wishlist: fazer cosplay de Paul McCartney em frente a Tower of Bridge.
Este post era só para dividir tamanha alegria com vocês mesmo. E dizer que prometo tirar muitas e muitas fotos e atualizar as redes sociais e contar depois tudo o que me aconteceu por lá. A contagem regressiva começou. E a partir de hoje vocês vão ter muito conteúdo sobre Londres, Inglaterra, viagens, Harry Potter e playlists especiais, como essa abaixo. Espero que gostem e que não me abandonem. Estou contando com vocês nos meus dias forever alone na Terra da Rainha! <3

5 MÚSICAS DO PAUL MCCARTNEY PARA OUVIR EM LONDRES
#1: London Town

#2: This One

#3: Hope of Deliverance


#4: Once Upon A Long Ago


#5: English Tea

Como o vôlei mudou minha vida (vídeo)

Demorei muito, demorei rude, demorei mais que o Ron para se declarar para a Mione. Mas voltei. E, é claro, já chego pedindo aquelas desculpas básicas por demorar meses para atualizar o canal. Sei que é uma droga para quem acompanha ficar sem vídeos novos, mas tudo isso aqui para mim é um divertimento, uma forma de eu escapar um pouquinho da rotina, do trabalho, dos problemas... É claro que eu sei que estou comprometida com vocês e vou me esforçar mais e mais para não deixá-los no escuro por tanto tempo. Mas eu não sou youtuber. Sou jornalista! A plataforma de vídeos é um complemento, um plus, uma extensão de quem sou e o que faço. Não é meu trabalho principal, né? Aff, estou arranjando muita desculpa! Mas só queria que vocês entendessem isso. Mas se não entenderem também, tanto faz. Queira vocês ou não, vou postar mais vídeos. MUAHAHA

Foi mal, não sei ser Vilã da Disney. Estou mais para Anna mesmo. Espero que gostem! :)



E vocês, praticam algum esporte? Gostam mais de alguma modalidade?

O que esperar da exposição Beatlemania Experience

Eiiii! Tudo bom? Faz alguns dias que fui visitar a exposição Beatlemania Experience, que está rolando no estacionamento do Shopping Eldorado, em São Paulo. Comprei ingresso para o segundo dia de evento, 25 de agosto. Por que só estou escrevendo isso agora? Porque a vida é muito louca, minha gente, e estamos trabalhando mais que camelo no deserto. Mas vamos que vamos!


A exposição fica em cartaz, inicialmente, até o dia 30 de setembro. Ou seja, se você for de SP ou passar por aqui nos próximos dias, ainda dá tempo. O valor do ingresso é R$ 25 (a opção free pass, de R$ 200, apesar dos brindes, não vale a pena). Antes de ir, você precisa saber que a Beatlemania Experience não guarda graaandes tesouros de colecionador. Tudo foi criado com muito carinho, mas foi criado. Os locais icônicos da carreira dos Beatles, como o Cavern Club, foi carinhosamente reproduzido. Você encontra alguns itens raros, mas a maioria das áreas e dos produtos são réplicas

Os melhores dias para conhecer a exposição é durante a semana. O sábado e o domingo estão sempre lotados! Contudo, acho que a organização estava esperando um boom maior nas vendas. O evento é legal, bonito, dá pra se divertir bastante! Mas algumas coisas, obviamente, são mais legais que outras. Como, por exemplo:

1. A parte inicial dedicada a banda Quarry Men, os "beatles" antes de serem os Beatles.

2. A réplica do Cavern Club, em Liverpool.



3. O bar que John Lennon frequentava.
PS: atenção especial para o meu pai pagando de ~segurança de balada~. Hahaha

4. As muitas réplicas das capas dos discos dos Beatles ao redor do mundo. 

5. As minhas favoritas foram essas abaixo, principalmente a capa em que Paul, John, George e Ringo aparecem de olhinhos puxados. Hehe

6. A parte central da exposição também é bem bacana e é a com maior itens raros de colecionador, como esse jogo maravilhoso à la Banco Imobiliário. Só que dos Beatles.

7. Se os Beatles não existirem, nenhum dos palbuns abaixo teriam sido gravados nos estúdios Abbey Road. SÓ DIZENDO!

8. Minha partezinha favorita, a dedicada a ele, o único e insubstituível, George Harrison! <3

9. Mas meu papis curtiu mesmo a parte do Ringo. Aliás, quem não gosta do baterista, bom sujeito não é. Leve isso para a vida.

10. Réplica dos figurinos? Tem também!

11. Uma das apostas da exposição são os óculos de realidade virtual que reproduzem o primeiro show dos Beatles no Shea Stadium. Mas, epa! Não se anima muito porque a banda é cover. 

12. É lógico que, no final da exposição, você dá de cara com uma lojinha. Meu item favorito dela foi essa poltrona maravilhosa. Mas nem preço tinha. Ou seja... Muitos dinheiros!

13. "Miga, para de vergonha, pau de selfie é muito útil!"

14. As músicas que você escutará durante toda a exposição também são interpretadas por uma banda cover, porque a galera não tem os direitos da Apple. Contudo, isso não tira o mérito da Beatlemania Experience, que foi bem pensada. Vale a visita para se divertir.

Prometo não demorar muito para voltar, viu? E muito obrigada se, apesar de tudo, você ainda continua por aqui comigo! <3

Beijinhos


Sinto falta de alguém que nem sei mais se existe

Eu amo o Ryan Reynolds e vou protegê-lo sempre.
A coisa mais difícil desta vida não é acordar cedo às segundas-feiras, terminar o mês sem estourar a conta bancária ou recusar um lindo e calórico pedaço de Torta Holandesa. A coisa mais difícil é sentir falta de uma pessoa que você nem sabe mais se existe.

Quando perdemos alguém, seja para a morte, seja para qualquer outra circunstância, nós lidamos com a perda - e sabemos que muitas delas são irreversíveis. Mas, em alguns momentos desta longa e louca jornada, nós perdemos pessoas sem saber exatamente se estamos perdendo elas - ou para quem ou por quê. A vida fez o seu trabalho. As circunstâncias. Mas não foi um choque, não sentimos o baque. E é aí que mora o perigo: a gente precisa lidar com uma perda cheia de esperança. Uma perda sem ponto final.

E não adianta vir a vida e te dizer que o tempo é o sinal concreto de um fim ou que a ausência (quase) definitiva da pessoa é um mensageiro prestes a anunciar o inevitável: a sua história com aquela pessoa acabou. Por mais que os fatos estejam contra você, é difícil aceitar, acreditar.

A esperança continua ali: em cada final de comédia romântica, em cada fotografia, lembrança, sinal de vida online. Mas você não sabe se aquela pessoa ainda existe, porque você está sentindo falta de alguém com quem conviveu há anos. Você não sabe mais se aquela mesma pessoa continua viva, aquela de quem você sente saudade toda semana e se lembra dela nos momentos mais inacreditáveis. Quando, por exemplo, você está prestes a fazer a viagem da sua vida e só consegue pensar em trazer um presenta para ela, mas se lembra de que nem sabe mais onde ela mora.

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Daí você vê uma foto nas redes sociais de a pessoa rodeada de gente que você nem conhece, de amigos que, na época em que vocês eram amigos, nem eram assim tão próximos dela. Você se pergunta se a vida da pessoa continua a mesma, o que ela está fazendo, se está feliz, se ainda tem o mesmo sabor bizarro de suco como favorito, se ainda tem a mesma mania de mascar chiclete o tempo todo (existe um motivo para isso), se ainda lembra daquela peça de teatro que foram assistir juntos ou daquele último filme, ou ainda daquela garota fantasma parada no corredor.

Provavelmente, a resposta para tudo isso é não. Ele não se lembra. Pode até ser que ele leia tudo isso e continue não se lembrando ou que tenha uma crise de riso e depois ainda comente com os amigos o quão patético isso soa.

Quer saber? Eu não ligo. Não vai fazer a mínima diferença e pode ser que tenha por aí muito mais gente sentindo falta de alguém que eventualmente não existe mais. As pessoas mudam, mas é uma droga quando você queria fazer parte dessa mudança, mas está bem longe.

Alguns filmes (os meus favoritos, por sinal) costumam nos ensinar que tudo dá certo, que a vida prega essas peças na gente para que o reencontro seja mágico. A verdade é que se eu pudesse te dar um conselho, diria para você fazer alguma coisa enquanto é tempo, assim que notar que o próximo passo é sentir saudade de alguém que você nem saberá mais se existe. Porque é horrível e porque, na vida real, nem sempre o destino vai se encarregar de reunir vocês através de um livro, como acontece em Três Vezes Amor. Ótimo filme, aliás!

Isabella ficou meio balançada depois de assistir ao filme Três Vezes Amor e descontou tudo no papel. Mas já está tudo bem agora! Desculpa falar em terceira pessoa. Às vezes, é a melhor escolha.
A gente sente saudade de alguém que não sente saudade nossa. No fim, acho que essa é a certeza mais complicada de lidar. 

Precisamos reconhecer os erros dos nossos ídolos

Quando peguei a caneta para escrever este texto (sim, a maioria deles escrevo antes no papel), tinha a ideia de falar sobre a polêmica que rolou recentemente entre Cellbit e Rezende. Mas não é novidade para ninguém (ou é?) que sou fã do trabalho do Cellbit e achei que, por mais imparcial que tentasse ser, minha opinião seria tendenciosa.

Daí eu acabei me lembrando do Justin Bieber e da mais recente das muitas polêmicas envolvendo o cantor: ele chutou o presente que uma fã jogou no palco, chamou o lance de "merda" e depois se desculpou usando um tom meio irônico.

Antes que algumas beliebers me ataquem, quero deixar claro que estamos do mesmo lado. Eu sou muito, muito fã! Não do Justin, é verdade, mas de vários outros artistas. Ou seja, posso opinar sobre o assunto porque estou dentro do rolê dos fandoms, e não assistindo de fora e querendo dar uma de problematizadora-caçadora-de-cliques-e-curtidas.

O fato é que precisamos reconhecer os erros dos nossos ídolos. Estou cansada de ver fã tentando justificar a mancada do artista favorito, como se ele fosse uma espécie de deus livre de defeitos, quando seria muito mais fácil e bonito admitir a cagada. A coisa mais incrível de ser fã de outra pessoa de carne, osso e sentimentos como você é tratá-la como um igual (independente da conta bancária! Rs), que tem altos e baixos, fases e escolhas. Ela bebe, fuma charuto, cigarro, maconha, surta, fica triste, feliz, casa, separa, namora, dá só uns pegas, faz xixi, cocô, vomita, fica doente, dorme, não dorme e, assim como todos nós, erra.

Alguns erram mais, outros menos, mas independentemente dos erros, nós sabemos que nossos ídolos acertam. Ah, e como acertam! Nós valorizamos esses acertos, endeusamos eles, os colocamos em um pedestal e... Nos esquecemos. Agora, os erros, não. Os erros a gente remói, joga na cara, nunca esquece, não aceita nem reconhece. Errado.

O ídolo foi escroto com um fã? Reconhece. Ele defecou pela boca? Reconhece. Ele fez algo que você julga errado? Aceita. Ele foi cuzão? Reconhece e NÃO aceita. Porque não aceitar não significa que você vai deixar de ser fã ou de gostar. Não apoiar o ídolo em alguns momentos não diminui a sua credibilidade dentro do fandom. É preciso separar o pessoal do artístico; e mesmo se o artístico começar a encrencar, é preciso admitir isso, pois admitir o erro não é trair o movimento.

Ame seu ídolo. Ame-o até nas situações mais duvidosas. Mas reconheça que ele errou e não o defenda. Seja aquela amiga que te dá um puxão de orelha e te acorda para a vida, não aquela que passa a mão na sua cabeça e te encoberta.

Todo mundo erra e algumas pessoas tratam os erros dos ídolos como verdadeiros pecados, como coisas incapazes de acontecer. Essas são aquelas mesmas pessoas que tentam justificar, argumentar, que chegam até a atacar outras pessoas quem têm uma opinião diferente, que não querem ver, que estão cegas. Bonito mesmo é admitir as cagadas dos ídolos e falar: "Pô, que merda! Essa não tem como defender, mas apesar de tudo, apesar de não concordar com isso, eu vou continuar aqui, acompanhando seu trabalho, comprando ingressos, usando camisetas, porque isso me faz bem. Mas eu sei que o que você fez não foi certo."

Isso é ser fã. E isso é BOM DEMAIS! Vlw, flw.